Depoimentos

Antonia Pietrobom Piva:

"...esse Guathemosin, o dono da fazenda, prometeu levar minha mãe para passear de carroça.Aí, ela ficou toda contente! - colocou chapéu, assim, com veludo e tudo, que lá na Itália carroça é um carro chique... Aí, quando chegou, era carroça de burro! Minha mãe e minha avó vieram sentadas no banco, arrastando o pé desde Campinas até a Fazenda Morro Alto. Aí ela chegou lá e nao sabia carpir, porque ela tinha uma vida boa na Itália, fazia tricô, crochê, essas coisas diferentes, costurava à mão que era uma beleza! " (Antonia Pietrobom Piva a respeito de sua mãe, Romana Fávaro Pietrobom - enviado por Meire Terezinha Müller Soares).
 


Maria Dalila Pietrobom:

"Meu pai (Marcelino Pietrobom) era o maestro. Ele escrevia todas as partituras...ficava a noite inteira escrevendo a mão; molhava a caneta no tinteiro e escrevia. Nao tinha esferográfica m tinha a pena, sabe? O Pedro Motta morava em frente e, lá pelas duas, três horas da manhã, batia na porta: 'Marcello, vá dormir, caro!!!" Copiava as partituras para todos os instrumentos e ensaiava dentro de casa. Nós dormindo no quarto e a banda ensaiando na sala... O pessoal vinha tudo ali, ver o ensaio da banda." (Maria Dalila Pietrobom sobre seu pai, o maestro Marcelino Pietrobom - enviado por Meire Terezinha Müller Soares).


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